sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A FÉ NÃO COSTUMA "FAIA"

Dois anos!
A exatos 02 anos minha vida tomou outro rumo, diria até que tomou outro sentido.
Certeza que existe a Renata de antes e depois daquele 04 de setembro de 2013. Uma Renata que aprendeu a ser mais forte, mais corajosa, mais leve, mais disciplinada e mais confiante.
Foi muito medo e muita incerteza a ser enfrentada mas deu certo!
Depois de 2 anos não tenho mais o que escrever nesse blog. Tudo que eu passei, que pensei e que senti durante o meu convívio com o câncer ta registrado aqui, quase que como um livro de ajuda para quem ainda vai passar por esse momento mas a vida voltou ao normal (pensei que esse dia nunca chegaria) e quero encerrar esse ciclo.
Daqui pra frente a única coisa que teria pra escrever é sobre o medo e ansiedade que bate a cada seis meses, na época dos exames de revisão. O medo da reincidiva vai ser meu companheiro acredito que pra sempre mas ficar falando sobre isso vai ficar chato e repetitivo.
Como ja falei antes acho importante finalizar dizendo que estou bem e curada para não deixar no ar o que pode ter acontecido comigo que nunca mais atualizei o blog. (claro que se alguem que não faz parte do meu circulo de amizade quiser falar comigo estarei super disponivel, é so deixar mensagem aqui que eu entro em contato)

Para encerrar o blog eu quero escrever sobre o assunto que mais mexeu comigo durante todo esse processo, o assunto que me trouxe maior aprendizado: a fé.
Eu nunca entendi a fé e sempre questionei. Era tipo de pessoa que precisava ver as coisas acontecerem para acreditar e fé não cabe nesse comportamento, ainda mais quando rezava, fazia promessas e as coisas não saiam como eu esperava.
Meu maior golpe contra a fé veio pouco antes de descobrir a doença. Pedi tanto pra Deus curar meu pai e ele o levou ...
Até que a morte, a sua morte, chega bem perto.
Você é tomada pelo medo, não sabe o que fazer e nem como agir. Você sente que sua vida não te pertence e se entrega a algo maior na esperança de que ele cuide de tudo. Assim eu descobri a fé!
Sempre rezei, frequentei igrejas, centros, tenho um altar com imagens de santos "babys" mas eu não tinha fé; quer dizer, não tinha aquela confiança dentro de mim de que as coisas se resolveriam e tudo ficaria bem e que hoje sei que isso é fé.
As coisas começaram a mudar no dia que ganhei de um rapaz que trabalhava comigo uma oração linda, que não eram palavras a serem repetidas e sim um bate papo com Deus, onde Ele pede pra eu deixar minhas preocupações de lado, confiar que Ele sabe o que esta fazendo.
Eu, sem muito o que fazer, ate pq na epoca eu ainda não estava sobre cuidados médicos, resolvi entrar nessa onda e me entreguei.
A cada dia que fazia aquela oração eu me sentia mais leve, mais entregue e mais confiante ... fui descobrindo que aquilo era fé.
Depois desse meu primeiro contato com a fé vários eventos aconteceram pra me dar a certeza que eu finalmente estava começando a entender aquilo que eu buscava a tanto tempo.
Eu sabia que sairia dessa, eu sabia que tudo ia acabar bem. Como? Não sei, eu apenas sentia e sabia que esse sentimento vinha de confiança, da fé.
Acho que Deus, quando percebeu que eu finalmente tinha entendido como a coisa funcionava, resolveu contribuir colocando fatos concretos na minha vida para que eu não tivesse dúvidas de que aquilo estava funcionando.
E assim foi meu encontro com a fé!
Não com religião, pq religião não tem nada a ver com isso mas com algo que me da certeza que posso seguir em frente que estou amparada.
Hoje todo dia tenho uma conversa com Deus (minha religião) e a unica coisa que eu peço é que não me deixe perder a fé e a aumente sempre mais pois só assim sei que tudo vai continuar bem.

Obrigada a todos vocês que me acompanharam por aqui e, principalmente, aqueles que estiveram perto de mim durante esses dois anos.
Espero que esse blog ainda ajude muita gente.
Se eu não puder tirar nada de positivo de tudo que me aconteceu que pelo menos a minha forma de encarar todo esse turbilhão sirva de incentivo pra quem ainda vai passar por ele.
Que seja leve, que seja rápido e que tenha final feliz

PS: como disse nunca tive muita fé mas, numa dessas ironias da vida, essa sempre foi uma das minhas músicas favoritas, porque "até quem não tem fé, a fé costuma acompanhar. pelo sim, pelo não"




quinta-feira, 19 de março de 2015

ACHO QUE SAI DA ZONA DE CONFORTO

Relembrando uma coisa que escrevi la no comecinho do blog, quando eu descobri o câncer fui me alimentar de histórias de superação e comecei a ler vários blogs de mulheres que dividiam seu dia a dia, seus medos e suas vitórias (inclusive elas que me inspiraram a fazer isso), mas uma coisa também me incomodava demais, passado um tempo elas simplesmente paravam de escrever, sumiam. São vários e vários blogs sem atualização, sem um "tchau", um "até logo" ...
Bom, nem preciso dizer que batia o pânico: "deve ter morrido, por isso parou de escrever". Inevitável pensar assim, concordam?
Pensando em como eu me sentia, e não querendo fazer parte da estatística das "sumidas", resolvi voltar e dizer to aqui, to viva, to forte, to feliz e afim de voltar a escrever.
Meu último post foi em novembro, mês que tomei duas decisões importantes: me demiti do serviço assim que voltei de licença e comprei passagens pro carnaval de Salvador sem pensar se teria dinheiro ou não.
Sair do trabalho foi uma decisão bem pensada, mesmo sabendo que a situação do país não vai bem e provavelmente não sera um ano fácil para a economia, mas não podia continuar em um lugar que me fazia mal a anos, que sugava minhas energias e que me fazia infeliz. A única coisa que eu ganhava la era dinheiro mas ainda sou daquelas que só isso não basta. O lema no meu primeiro emprego era "a gente ganha pouco mas se diverte" e isso cresceu com minha vida profissional, tanto que desse primeiro emprego ainda tenho vários amigos.
A segunda foi mais fácil mas confesso que no fundo mexeu comigo de uma forma estranha. No meu íntimo batia uma coisa meio assim "você adiou sua ida ao carnaval de Salvador por 10 anos, pensando na grana que ia gastar, no medo da grana fazer falta e agora, porque deu te cara com a morte, resolveu tocar o foda-se pq talvez não tenha outra oportunidade. O medo de morrer te trouxe até aqui" (tenho certeza que muita gente pensou assim também).
Acho que durante muito tempo o câncer vai andar de mãos dadas com as minhas decisões mas uma coisa eu devo agradecer, ele me tirou da zona de conforto e quer saber? Ta bom assim!

Update:
1) Ja estou em um novo emprego. Ainda estou na área de eventos mas em um lugar super bacana, um horário legal e com uma chefe que não é uma chefe, é uma amiga querida que a vida me presenteou
2) Que bom que meu medo me levou a Salvador! Conheci pessoas maravilhosas, passei dias incríveis com meus amigos la da terra da alegria e conheci o maior carnaval do mundo. Dancei, cansei, chorei, beijei, bebi (meu médico disse que eu podia, aliás foi ele que me aconselhou a ir depois de olhar meus exames de rotina: VAI VIVER, RENATA.)
Eu fui e ganhei esse presente ai


video

sábado, 29 de novembro de 2014

UM ANO QUE CONHECI O DESCONHECIDO

To sumida né? Não é proposital, ja disse que a vida vai voltando ao normal e o assunto vai ocupando um espaço menor mas ainda assim rende muita coisa.
Claro que ainda tenho muito o que contar, muito a dividir, até porque estou vivendo uma nova vida e acho que vale a pena registrar. Assim como também me sinto na obrigação de mostrar para as pessoas que estão começando essa batalha que o período mais dificil passa e a vida segue.
Oh, prometo ser mais presente!
Terminar as quimios e a radio foi um alivio. Considero que o tratamento em si acabou mas até abril ainda faço aplicação de Herceptin, de 21 em 21 dias, e faço hormonoterapia por 5 anos, via oral.
Mas isso é fichinha diante de tudo que ja passou ...
Contei que ja que fiz minha primeira bateria de exames pós tratamento né? Só não falei que a cabeça que não ta muito legal. Como assim? Entrei na terceira fase do tratamento: a paranoia. Fazer exames é como trazer à tona todos os medos e sei que sera assim por pelo menos uns 2 anos (ou resto da vida, vai saber...).
Continuo firme e forte na terapia mas esse medo consegue ser mais forte.
Só volto na masto em março, no onco volto em janeiro e assim a vida segue.
Ainda vou falar só da fase paranoia pq assunto não vai faltar.
Bom, mas lembrei de escrever hoje pq faz exatamente um ano que fiz a minha primeira quimio. Um ano que me deparei com aquele procedimento desconhecido, que só ouvia falar mal, que morria de medo mas que sabia que era inevitável, ele salvaria minha vida.
Quando eu lembro como foi tranquilo tenho vontade de chorar de alivio. Fui abençoada por ter reagido tão bem!
Pois é, faz um ano que me vi sentada numa daquelas cadeiras que nunca pensei em me sentar, que pela primeira vez na vida senti minha mãe impotente diante de uma situação, que comecei a falar naturalmente de um assunto que eu sempre evitei ... enfim, um ano que me armei para enfrentar o desconhecido e descobri que ele nem era tão ruim assim.

sábado, 4 de outubro de 2014

1 ANO


Dia 04 de setembro fez um ano da minha cirurgia. Lembrei do medo, do desconhecido, do soninho delicia da anestesia e do anestesista gato, pq né, TUDO realmente tem seu lado bom.
Não escrevi nada na época, aliás demorei pra postar alguma coisa no blog porque a medida que a vida vai voltando "ao normal" a tendencia é ir se afastando do assunto. É um movimento natural, nada proposital não, é somente o tal vida que segue sendo vivido na prática.
Foram os 365 dias mais doidos da minha existencia.
Não vou voltar no assunto de tudo que aprendi nesse tempo mas tive a certeza de como a vida ta passando rápido...
Apesar de tudo Deus foi generoso comigo nesses dias todos. Hoje eu vejo que fizemos uma troca justa: fui uma boa menina diante das provas que ele colocou no caminho e ele me presenteou em forma de novos amigos, novas oportunidades, novas experiencias ...
Esse ultimo mês foi o campeão em novidades:

- ajudei num projeto maravilhoso, que me deu oportunidade de conviver com pessoas que nunca imaginei, que voltou a estimular minha criatividade, me devolveu auto estima profissional (não estou trabalhando, ainda estou de licença mas me joguei num trabalho voluntario), me abriu portas para novas possibilidades; sem contar o lado social que leva para mulheres que estão passando pelo câncer mensagens positivas, exatamente aquelas que me ajudaram.

- participei de um quadro no Fantastico, pega de surpresa, que me mostrou que a gente recebe exatamente aquilo que da. É piegas? Sim! Mas oh, é muito verdade.
Terminei a entrevista falando para o reporter que fazer algo pelo proximo é bom para os dois lados e depois fiquei pensando, "nossa Renata que frase feita, que lugar comum" mas a quantidade de mensagens que recebi, de amor e carinho provou que sim, faz bem para os dois lados e pra mim fez muuuito bem.

- conheci pessoalmente pessoas que preenchem meu coração virtualmente e isso é um ganho e tanto nesse mundo louco que a gente vive

- fiz meus primeiros exames de revisão pós tratamento, e de acordo com meu médico minha saúde é de ferro :)

Agora entro numa nova fase, a fase de voltar a retomar o que ficou deixado de lado enqto o tsunami batia.
Preciso voltar a trabalhar, voltar a sair, voltar a me apaixonar e confesso que tudo isso da medo porque não sei o que me espera.
Não estou falando dos outros, estou falando de mim ...
Já não posso mais ser tão ansiosa, ser tão estressada, ser tão passiva ... ser tão geminiana.
Ainda tem muita coisa para digerir, muita lama pra limpar mas ai são cenas de um proximo capitulo ...


sábado, 19 de julho de 2014

UM DIA PARA SE PENSAR

Essa semana aconteceu uma coisa que mexeu demais comigo mas de uma forma bem positiva, bem lúcida e até madura, no dia em que acabei a radio, dia que acabei o tratamento, voltei na médica onde tudo começou.
Não deu para não pensar naquela "coincidencia".
Foi como um ciclo que se fechou, teve um começo, um meio e um fim, sim um fim, porque eu acredito e confio demais que ele realmente chegou.
Pensei nas mudanças da vida, na "Renata" que se foi e na "Renata" que nasceu.
Lamentei as perdas mas comemorei cada ganho (que foram vários, incontáveis eu diria).
Tomei consciencia que aprendi em um ano e meio o que não aprendi em 35 anos de vida.
Entendi coisas que antes não entendia, ou que eu não fazia questão de entender.
Me tornei um ser humano melhor sim (pelo menos para mim).
Aprendi sobre família, sobre amigos, sobre trabalho, sobre alimentação, sobre sonhos, sobre dedicação, sobre persistencia, sobre levar a vida de forma mais positiva.
Me tornei mais filha, mais irmã, mais neta, mais amiga,mais cidadã, mais humana, mais mulher ...
Na terapia fiz uma analogia que nunca pensei muito mas que realmente retrata o que eu passei e o que vem por ai:
"Eu vivia numa mansão, cheia de coisas que eu não precisava, de espaços que eu não utilizava. Minha mansão vivia em festa, era frequentada por tanta gente que eu achava que estavam la por mim e como aquilo tudo me fazia bem, fazia bem para o meu ego, me dava segurança, nunca questionei nada. Os problemas eu chorava escondida pq tinha uma imagem a zelar ...
De repente veio um tsunami. Onda altas e fortes derrubaram a mansão, levaram tudo e todos que estavam por la mas não me levou. Quando essas ondas se recolheram e eu fui ver o que sobrou. Vi muita sujeira no chão, muita lama, muitas coisas quebradas, coisas que realmente não davam mais para aproveitar.
Olhei pra mansão e ela estava no chão, acabada. Dela só havia sobrado o quartinho dos fundos, uma casinha pequena, que poucas coisas que cabiam na mansão podiam ser levadas e era la que eu precisava refazer minha vida.
Hj eu ando pela lama separando o que não cabe mais naquele espaço e lavando as poucas coisas que me interessam, que me completam, que me fazem bem e que cabem direitinho no meu novo lar. E to vendo que realmente não preciso de muito"

E sim, eu estou muito feliz!

(O tratamento acabou, agora entro na fase que eu chamo de doença cronica pois vai me fazer tomar remedio todos os dias mas o "coisa ruim" ja foi. Junto com isso vem a parte mais punk para o psicológico, os exames. A incerteza, o medo e a ansiedade batem de frente com a certeza de que tudo acabou.)




sábado, 5 de julho de 2014

A COPA QUE PARTICIPEI

Estamos chegando ao fim da Copa do Mundo, faltam apenas 7 dias ou 4 jogos para ser mais exato.
Quem é apaixonado por futebol como eu deve saber a tristeza que vai batendo, isso aumenta ainda mais para quem gosta de uma bagunça (eu).
Para quem acompanhou de perto a "Babel" que o país se transformou, como eu pude acompanhar passando todos os dias pela Avenida Paulista desde que a gringolandia se estabeleceu por aqui, a tristeza ja corroi o coração.
Foram dias incríveis de acompanhar a alegria sem precedentes dos povos que por aqui passaram, dos olhos curiosos desvendando a avenida e as pessoas que por ela circulam diariamente.
Festival de máquinas fotográficas, bares lotados de gente tomando cerveja às 11hs da manhã (ai como é bom ser turista), gritos de guerra, musicas locais, festival de cores em camisas e bandeiras ...
Foi maravilhoso ver aqueles quase 3 km de avenida sendo tomada por gente do mundo todo: europeus, africanos, americanos, asiaticos tudo junto e misturado.
Os paulistas andavam pela paulista sem pressa, sorrindo, sendo prestativo. A noite a avenida era uma festa.
Eu vacilei e não participei da festa da Copa como gostaria, indo nos estadios, mas participei muito dessa festa de povos que só um evento como esse proporciona.
Tive medo da Copa aqui por tudo que a gente sabe e que não vale a pena repetir, fui contra a Copa mas me rendi. "Paguei minha língua", me surpreendi com tudo de positivo que vi e graças a Deus posso admitir, eu errei!
Lindo e emocionante ver que o mundo enxergou tudo aquilo que eu testemunhei de perto, que orgulho saber que o povo brasileiro não é aquele que os jornais estavam noticiando meses antes do evento.
Cheguei a chorar dentro do metro vendo as torcidas indo pro estádio, sensação que não sei descrever (to chorando agora também), um misto de orgulho em saber que fiz parte daquilo (usei meu espanhol meia boca pra ajudar algumas pessoas, tirei foto com gringos, brinquei com outros no meio da rua), de inveja em não ir para o estádio e de raiva por ter sido burra e duvidar que aquilo era possível sim e até melhor.
Agora a cidade esta voltando ao normal, o metro não esta mais tão alegre, a Paulista voltou ao seu ritmo frenetico de pessoas correndo e não olhando pro lado mas quem viu essa festa como eu vi certamente não será mais a mesma pessoa quando se lembrar que o mundo é um só e que somos todos parte dele





quarta-feira, 25 de junho de 2014

ATUALIZANDO ...

Nem tinha percebido que fazia tanto tempo que não aparecia por aqui mas com a proximidade do final do tratamento a vida vai voltando ao normal, embora não mais a mesma, e outras coisas vão ocupando a cabeça.
Falando em vida normal, logo que acabou a quimio fui a um show, encontrei amigos queridos, me diverti muito, bebi uma cervejinha e a sensação dessa normalidade me deixou feliz como a muito não ficava.
Maaaaassss o tratamento ainda não acabou apenas mudou de fase.
Sim, minha vida é quase que como um jogo do Mario Bross: mato o chefão e mudo de fase até o dia de encontrar a princesa (cura) que, graças a Deus, esta cada dia mais perto.

Agora atualizando:
O término das quimios brancas não foi mega tranquilo, senti e ainda sinto muita dor no corpo.
No começo as pernas pareciam pesar 200kg, não subia dois lances de escada nem a pau, sentar no chão e levantar era tarefa árdua, as unhas doiam e quebravam mas passou.
Fiz ate um exame que só idosos fazem para ver como estão os meus ossos e ta tudo bem!
Os cabelos voltaram, as sobrancelhas ja apontam mas os cilios ainda estão passeando.
Comecei a radioterapia, serão 28 sessões e ja estou na 15.
Essa é sim uma etapa super tranquila, funciona quase que quando vamos tirar um raio-x e o único efeito colateral é que a parte irradiada vai ficando com aparencia de queimada mas também é temporário.
Só é cansativo ir no hospital todos os dias mas la eu bato tanto papo que me divirto e também volto a ter um pouco de rotina, pq sinceramente esqueci o que é isso

Tem outras coisas acontecendo, bem boas mas ainda não é a hora de contar

Volto logo!